A Poluição de Volta Redonda contribui para problemas na gravidez

    Do Jornal Aqui


Volta Redonda


A gravidez, de modo geral, é um momento único na vida de uma mulher. À espera do bebê, as mamães – cientes de que são responsáveis pelo bem estar de seus filhos – seguem as orientações dos médicos e, salvo raras exceções, esmeram-se em cumprir direitinho o pré-natal. Com isso, esperam garantir um parto tranquilo e, claro, um bebê saudável. Em Volta Redonda, contudo, um inimigo silencioso põe-se à espreita das gestantes. Muitas constatam, surpresas, que apesar de todos os cuidados, seus bebês nasceram prematuros e abaixo do peso. O que elas provavelmente não sabem é que o responsável por isso tem nome e sobrenome: poluição atmosférica.
De acordo com uma pesquisa recente, desenvolvida pelo Laboratório de Poluição Atmosférica Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), além de afetar os aparelhos respiratório e cardiovascular, os danos à saúde provocados pelos poluentes vão mais além: geram problemas na gravidez e expõem os bebês ao risco de prematuridade e baixo peso. O estudo, realizado a partir de dados coletados em Volta Redonda, foi conduzido pelo engenheiro Marcelo Moreno dos Reis – autor da tese de doutorado ‘Poluição Atmosférica e efeitos adversos na gravidez em um município industrializado do estado do Rio de Janeiro’ – e teve por objetivo mensurar os efeitos da poluição em bebês recém-nascidos.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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