BRASILQUISTÃO : O PERIGO DA ISLAMIZAÇÃO DO BRASIL



A Federação de Associações Muçulmanos no Brasil (FAMBRAS) afirma que existem entre 800 mil e 1,5 milhão de muçulmanos no Brasil. Mesmo em grande quantidade, os seguidores da fé islâmica ainda sofrem criticismo e preconceito dentro do nosso país, devido principalmente aos conhecidos e inaceitáveis episódios de terrorismo praticados pelas correntes extremistas do islam em Paris, Bruxelas, Nova York e nos próprios países que praticam a religião.

O momento vivido no contexto mundial é delicado e tem motivado discursos de defesa por conservadores no Ocidente, e países europeus como Dinamarca, Hungria e Eslováquia tem publicamente se oposto à entrada de refugiados muçulmanos em seus territórios;
E no Brasil?
Como a islamização está acontecendo nas terras tupiniquins? Do mesmo jeito que na Europa, nos EUA, no Canadá, na Austrália ... uma mistura de imigração crescente, intimidação daqueles que têm a coragem de denunciar a Sharia, aumento do controle da produção e distribuição de alimentos através da "certificação halal", aumento da influência política (notadamente junto as setores mais à esquerda no espectro político), aumento da influência no setor econômico-financeiro através da "Sharia financeira", propaganda e doutrinação nas escolas, e construção de mesquitas (mesmo onde não existam muçulmanos) como uma forma de promover a "cultura islâmica", mostrando uma imagem água-com-açucar e omitindo os aspectos políticos e ideológicos do islão no tocante as direitos das mulheres, direitos dos homosexuais, direitos dos não muçulmanos (kafir) e dos ex-muçulmanos (apóstatas) que tenham o azar de viver sob o jugo do islão, e das prescrições relativas a conquista e dominação de territórios e populações.
As mesquitas se tornam um pólo de trabalho nas prisões visando "converter" os presos, "ação social" junto a populações carentes e negras com o intuito de conversão, e visar as mulheres brasileiras a se casarem com homens muçulmanos (jihad demográfica) inclusive se valendo de assédio via internet.

Em 1970, antes da crise do petróleo, o número de "muçulmanos devotos" (do tipo que quer a lei islâmica Sharia implementada em todos os lugares do mundo) vivendo na Europa era insignificante. Uma imigração maciça desde então (aparentemente atendendo a pressão dos sauditas em troca de acesso ao petróleo) levou a um número estimado hoje de 50 milhões, com projeções para se tornarem majoritários em algumas décadas e poderem, através do mesmo processo democrático que a Sharia condena, tomar o poder, e transformar a Europa, de uma vez por todas, em um "paraíso islâmico." Este processo tem sido uma invasão, pois não me muda dezenas de milhões de pessoas por acidente. 
O Brasil, como sempre, abre os braços para a religião da paz que mais mata no mundo e chama de preconceituoso todos aqueles que são contra a essa dominação cultural perigosa. A democracia capenga brasieira pode ser substituída pela "Lei da Sharia" no futuro, caso a sociedade não abra os olhos para essa nova realidade.

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